Deslizando Montanha Abaixo
A primeira forma de esqui, remonta à pré-história, onde “placas” feitas de ossos de animais de grande porte, poderão ter sido utilizadas para viajar na terra coberta de neve ou gelo. Os primeiros esquis foram descobertos ao longos dos países escandinavos. O esqui mais antigo que se conhece, é o “HotingSki” com cerca de 4.500 anos, que se encontra em exposição em Estocolmo, na Suécia. Outros, com 1.500 anos foram descobertos mais recentemente. É claro que, esquis com estas idades, nada têm a ver com os esquis em que esquiamos hoje em dia, no entanto o princípio básico é o mesmo: deslizar sobre a neve e o gelo.
Existem referências históricas escritas sobre o esqui e as competições, que datam dos primeiros séculos A.C. (500 a 1200).

Descrições coloridas de cenas de esqui forma gravadas em livros durante os 500 anos que se seguiram. Esquis de vários formatos e tamanhos foram descritos, inclusive pares de esquis, em que um deles era mais longo que o outro (por ex., na Lapónia, onde o esqui esquerdo era mais longo e estiado, e o direito com pêlos, para tracção).



Os primeiros esquis (e bastões) feitos de pinho, vidoeiro ou freixo foram feitos de maneira a que os esquiadores se pudessem impulsionar a eles mesmos, através de variadíssimos terrenos inacessíveis a pé. Eram funcionais esquis nórdicos.
O uso do esqui, para fins estratégicos militares, foi pela primeira vez utilizado pelos Noruegueses em 1200 A.C.. Três séculos mais tarde, a Suécia usou tropas de esqui contra a Dinamarca, e quatro séculos depois nos Alpes, tropas de esqui foram utilizadas para combater a I Grande Guerra e a II Grande Guerra.
Como actividade desportiva internacional é considerada, por ter começado no princípio XIX , sendo as primeiras competições, de corridas e saltos, na moda na segunda metade do século. No início, as competições de esqui eram contituídas basicamente, por corridas de “cross-country” e saltos de esqui.
Muitos consideraram o Austríaco Mathias Zdarsky como o pioneiro da técnica de esqui alpino.
O seu livro “The Lilienfelder Skilauf Technik”, foi o primeiro a abordar a técnica. Embora a sua técnica nos dias de hoje esteja completamente ultrapassada (com o aparecimento de técnicas mais modernas, como por exemplo: o “carving”), a sua escola foi a primeira a ensinar com total sucesso, centenas de pessoas a esquiar montanha a baixo.
A técnica de construção de esquis conheceu uma grande evolução a partir de 1900. logo no princípio começaram a ser mais curtos, embora ainda de madeira, eram laminados e com perfis estudados e radicais.

Skis ou esquis – modelos atuais muito mais seguros
No esqui alpino, os competidores esquiam por um percurso em declive, em alta velocidade e desviando de obstáculos. O objetivo é completar o trajeto no menor tempo possível.

Família de praticantes
A modalidade é disputada por homens e mulheres, nas categorias: downhill, slalom, slalom gigante, super gigante e combinado.


Além disso, existe um espaço de passagem obrigatória. E é justamente esse espaço que diferencias as categorias na modalidade.

No downhill elas estão mais distantes, permitindo atingir velocidades de 120km/h.
A Federação Internacional de Ski (F.I.S.) publicou as 10 normas de conduta e seguraça para utilzadores de pistas de Ski:
1. Respeito pelos outros: Todos os utilizadores das pistas deverão comportar-se de modo a não colocar em risco todos os outros esquiadores
2. Controlo: Todos os utilizadores das pistas deverão adaptar a velocidade ao seu nível técnico e capacidade física, bem como, às condições atmosféricas, de terreno e de tráfego
3. Escolha da trajectória: o esquiador em posição superior deverá escolher a trajectória de forma a garantir a segurança de quem está em baixo. O esquiador em zona inferior (vale) tem sempre prioridade
4. Ultrapassagens: poderão ser feitas por cima (montanha), por baixo (vale), pela direita ou esquerda, sempre de forma folgada, garantindo a possível evolução daquele que se ultrapassa.
5. Entrada nas pistas e num cruzamento: ao entrar numa descida (pista) ou ao passar um cruzamento todo o utilizador deverá olhar para cima (montanha) e para os lados, por forma a verificar se poderá entrar nas pistas com a maior segurança.
6. Paragem: todos os utilizadores deverão evitar parar em zonas estreitas, lombas e zonas sem visibilidade. Em caso de queda deverão retirar-se da pista o mais rápido possível.
7. Subidas e descidas a pé: deverão ser feitas pelos laterais das pistas, tendo atenção para não colocar em perigo todos os outros utilizadores.
8. Respeito pela marcação, sinalização e informação nas pistas: todos os utilizadores das pistas deverão estar informados sobre as condições reais de cada zona de pistas, bem como respeitar todas as indicações e marcações de segurança existentes nas mesmas.
9. Assistência: qualquer pessoa envolvida ou testemunha de um acidente deverá prestar assistência e dar o alerta para o mesmo. Em caso de necessidade e a pedido dos socorristas deverá colocar-se ao serviço dos mesmos.
10. Identificação: Qualquer pessoa, testemunha ou envolvida num acidente, deverá se identificar perante a equipa de socorro.
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